Eu queria que fosses mar. Mas um mar calmo e ordeiro nos dias quentes, e um mar sorrateiro e insólito nos invernos. Se a tua praia sucumbir ao meu sol, nos vemos ao pôr: pôr o amor em cada canto, em cada gesto. Pôr-te em mim, às quatro da tarde ou às cinco da manhã, onde tua água encontrará de mansinho meus hélios confusos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário